NOTA DE AGRADECIMENTO

bem-vindoAgradecer, certamente, é das páginas a mais difícil, por falta de palavras que venham a expressar a dimensão da gratidão para aqueles que me fizeram mais experiente e consciente neste campo apaixonado da Medicina Forense, e para aqueles que tão somente protegeram os meus passos e compreenderam a minha ausência nos momentos de dedicação a este campo.

Aos meus alunos de Medicina Legal que pelos seus olhares atentos não só foram fontes de entusiasmo, mas, sobretudo me fizeram crer que o momento mais precioso de aprender é quando se está ensinando.

Ao digno representante da Medicina Legal Nacional – Dr. Roberto Blanco, que já são incontáveis os seus discípulos, aos quais me incluo como seguidor de suas ideias e doutrinas.

Com grande satisfação, manifesto com fidalguia e profunda gratidão a todos, reiterando meu respeito e admiração.

NOTA DE APRESENTAÇÃO

A Medicina Legal como prova material, assim como outras integrantes das Ciências Forenses, é necessária à elucidação da verdade, seja relativa ou absoluta, nos casos que deixam vestígios, dando alicerce processual ao raciocínio jurídico.

Por certo, a autoridade judiciária não está adstrita ao laudo pericial, pois não há hierarquia entre as provas, podendo aceitá-lo no todo ou em parte, ou simplesmente rejeitar em face de outras evidências.

Porem é inegável e flagrante, longe do modismo, que as ciências forenses dão substância e solidez aos casos policiais, notoriamente explorados no cinema. Neste contexto podemos citar: CSI, CSI-NY, CSI-Miami, NCIS, Medical Detectives, The Protector, Criminal Minds, Body of Proof, Missing, Unforgettable, Drexter, Investigação Discovery etc.

Inegável também é o custo e tempo de preparo intelectual e material para servir a tão importante ciência que sobressai da satisfação pessoal, auxiliando a investigação e à magistratura, com repercussão na sociedade, e entre os deuses da Medicina (Apolo), da Justiça (Maat e Têmis) e da sabedoria (Minerva).

Por tudo isso, é inconcebível admitir o alargado hiato salarial entre os servidores da justiça, e entre estes, de um Estado para o outro.

Incoerente e incomplacente com o estágio atual da medicina forense mundial, alguns cursos de Medicina e de Direito, não contemplam em sua grade curricular a disciplina de medicina legal, tão defendida por Rui Barbosa, ou quando muito, o fazem de forma facultativa.

apresentacaoEm verdade, constato como disciplina optativa, que há fila de espera para a inscrição na citada matéria, e naquelas universidades que ela não existe, há verdadeira frustração do aluno quando passa a compreender que a medicina legal está longe da apresentação do horror da morte, sobretudo quando se fala em responsabilidade civil e criminal do médico.

Com paixão e responsabilidade, declaro que ingressei no curso de medicina para ser médico legista, e ser médico legista não é ser médico da pessoa, é ser médico da sociedade.

Espero que este site seja útil ao iniciante e aos colegas peritos, e que propicie críticas construtivas, e o interesse de colaboradores que assim desejar aqui publicar seus trabalhos e pensamentos, se assim DEUS permitir.